O financiamento é a forma mais comum de comprar um carro no Brasil. Entender como ele funciona antes de negociar ajuda a evitar parcelas fora do orçamento e a escolher o banco com as melhores condições para o seu perfil.
O banco (ou financeira) paga à vista o valor do veículo para a revenda, e você paga esse valor de volta ao banco em parcelas mensais, com juros. O carro fica alienado em nome do banco até a quitação total — ou seja, ele é a garantia da dívida. Quando você quita todas as parcelas, a alienação é baixada e o carro passa a constar 100% em seu nome.
A recomendação geral é que a parcela do financiamento não ultrapasse 30% da renda mensal, considerando também outros gastos fixos como aluguel, cartão de crédito e outras dívidas. Comprometer mais que isso aumenta o risco de inadimplência.
Simulamos financiamento direto com os principais bancos do mercado:
Não é obrigatório em todos os bancos, mas dar uma entrada (geralmente entre 20% e 30% do valor do veículo) reduz o valor financiado, diminui as parcelas e aumenta as chances de aprovação com taxas melhores.
Para veículos seminovos, os bancos costumam financiar entre 24 e 60 meses, dependendo da idade do veículo. Quanto mais antigo o carro, geralmente menor o prazo máximo aceito pelo banco.
Os bancos avaliam renda comprovada (ou declarada), histórico no CPF (score de crédito, negativações), relação entre a parcela e a renda mensal, e o valor de entrada oferecido. Ter conta em algum banco parceiro também pode facilitar a aprovação.